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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

GRÊMIO E LIVERPOOL-URU EMPATAM NA BOLA PARADA

Há algo no místico Estádio Centenário que faz mal ao Grêmio. Existe algum tipo de força no palco da final da primeira Copa do Mundo que faça a camisa gremista passar por apuros sempre que pisa lá. Nunca na sua centenária história, em termos de jogos, na Libertadores, o Tricolor conseguiu vencer no país vizinho.

Não foi diferente nesta quarta-feira. Mesmo diante do Liverpool, um adversário sem tradição e estreante no torneio, os gaúchos não alcançaram sua primeira vitória pelo torneio no Uruguai. O empate por 2 a 2, deixa a equipe de Renato Gaúcho a um 0 a 0 ou a um 1 a 1 de romper a fase preliminar e ingressar no Grupo 2 ao lado de Junior de Barranquilla, da Colômbia, Oriente Petrolero, da Bolívia, e León de Huánuco, do Peru. O confronto de volta ocorre em 2 de fevereiro, no Olímpico.

André Lima marcou o gol dos brasileiros


O jogo teve como companheiro o inusitado, em uma sequência de quatro gols, sempre de bola parada, nos primeiros 25 minutos. Os brasileiros marcaram com André Lima e Douglas, entre eles, Franco deixou a bola dentro do gol gremista, em falha de Victor. O empate chegou com Guevara.


O jogo - Os primeiros 30 minutos de jogo foram bem parecidos com uma partida de futebol, mas não chegaram a ser igual a uma. Nada de faltas duras, catimba uruguaia, apesar de ser Libertadores. O que se viu foi uma outra dinâmica, fazendo com que fosse difícil para o Grêmio se impor em campo.

Ainda naqueles momentos de estudo entre as partes, onde a cautela predomina, os brasileiros encontraram um gol na bola parada, tipo de jogada que marcaria o confronto. Após escanteio, André Lima dividiu com o goleiro a centímetros da linha do gol. O gremista venceu a disputa, a bola tocou o travessão. Na volta ela bateu no arqueiro uruguaio e entrou, aos 6 minutos.


Não deu tempo para se tornar superior, dono do jogo. De onde se tem mais confiança na equipe de Renato Gaúcho aconteceu a falha, aos 9 minutos. A cobrança de falta de Franco foi alta, em uma mescla de levantamento e chute. A bola ganhou altura. Victor deu dois passos para sair da meta, errou o tempo da jogada, não havia mais tempo para voltar atrás. O placar do Estádio Centenário já marcava 1 a 1.

Começava tudo de novo. Os visitantes precisaram de mais quatro minutos para terem a vantagem outra vez. Na cobrança de falta de Douglas, André Lima saltou, não tocou na bola, mas fez o suficiente para atrasar o salto do guarda-redes uruguaio e o Grêmio possuir a vantagem.


Mais técnico, não demorou muito para o Tricolor conseguiu chegar pela primeira vez em lance tramado, quando Vilson bateu cruzado. O goleiro Castro espalmou, depois salvou nos pés de André Lima e Viçosa colocou para fora. Era a chance dos gaúchos conseguirem estabilizar a atuação. Não se concretizou.

Torcida gremista entrou em conflito com policiais uruguaios nas arquibancadas do Estádio CentenárioOs negriazules faziam valer a sua estratégia. Com dois atacantes bem distante dos outros setores, os uruguaios insistiam em lançamentos para os homens de frente para que eles sofressem faltas ou conquistassem escanteio. Foi o suficiente para alcançarem o empate aos 25 minutos. Após tiro de canto, Guevara cabeceou, Gilson, colado à trave, não se mexeu, Victor saltou, mas não evitou novamente a igualdade.

Antes do intervalo, Viçosa, em posição de impedimento, tocou de cabeça e Castro salvou.

Até então, pela quantidade de gols e pela sequência como saíram, com os times intercalando os gols marcados, o duelo passava por cima de táticas e afins. Os erros foram o carimbo colocado sobre os 45 minutos iniciais.

O segundo tempo ganhou ares de maior normalidade. O Liverpool manteve a sua estratégia, de onde era possível, a bola ia por cima para área gremista. A defesa tricolor tinha grandes dificuldades de olhar para cima, marcar o oponente e afastar o perigo.

O Grêmio teve grande oportunidade com Gilson, aos três minutos. O lateral recebeu bola na diagonal, matou no peito e encheu o pé, vendo a bola explodir na trave. Em lance similar, Figueredo fez Victor realizar grande defesa.

Com o passar do tempo, os visitantes passaram, também, a utilizar esse expediente, tirando qualquer tipo de criatividade da partida. Aos 30 minutos, em dividida de André Lima com o goleiro Castro, a confusão entre jogadores das duas equipes se estabeleceu, com direito a empurra-empurra e dedo na cara. O maior pressão uruguaia não resultou em gol, fazendo o 2 a 2 persistir durante todo o segundo tempo.

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