Reunião da diretoria do Clube Caça e Tiro/Honolulu/FME com jogadores e comissão técnica terminou com a dispensa de mais três no plantel. Desta vez foram: Felipe, Galinho e Macalé. O anuncio aconteceu na noite de ontem, sendo que ao que tudo indica, a decisão foi tomada ainda na sexta-feira, quando iniciou-se o processo de avaliação desse primeiro turno da equipe na 1ª Divisão do Estadual de Futsal. A queda de rendimento do time, a extensão da folha de pagamento, jornada dupla de atletas que se revezam entre o trabalho paralelo ao clube e a desclassificação nas quartas de finais para Pinhalzinho foram alguns dos quesitos observados pela diretoria, que não pensou duas vezes, reduziu o plantel, passou a trabalhar em dois períodos e profissionalizou o ambiente, que, diga-se de passagem, era semi-profissional.
Segundo o empresário Nilson Cruz, um dos diretores do time, a dispensa do trio foi amigável. “Nós agradecemos a colaboração deles, mas temos que pensar no futuro, se não profissionalizarmos o grupo vamos nadar e morrer na praia”, disse via telefone. Cruz garantiu que o treinador Juninho será mantido no comando técnico e que vai guinar no segundo turno essa quinta colocação atual no geral de hoje, fator que deixaria o clube fora das finais. Ou seja, bem distante do projeto, que é subir para a Divisão Especial.
Questionado sobre a folha de pagamento do time, que nos bastidores ensilam-se na casa dos R$ 25 mil mês, o cartola foi categórico em lembrar que os salários do pivô Japonês e do ala Fabrício são pagos por parceiros, portanto o clube não fugiu de sua realidade financeira.
Já em conversa pela net, outro diretor da equipe, Luis Melo, garantiu que outros jogadores da equipe caso não se adaptem ao novo sistema de trabalho deverão ser dispensados. É o caso do ala-pivô Beli e do goleiro Nesi, que também trabalham. “Optamos por essas dispensas porque não temos condições da garantia de emprego para esses jovens. Mas fomos didáticos, por exemplo: no caso do Beli, deixamos 30 dias para ele pensar o seu futuro, se dedica-se exclusivamente ao futsal ou só trabalha”, disse.
Outra questão levantada foi a tese dos jogadores terem que se revezar entre os compromissos do Caça e Tiro pelo Estadual e nos jogos do Sesi, onde representam suas empresas nas competições. “E quando coincidir datas, eles jogam pelo time da empresa ou pelo time do Estadual?”, indagou Melo, lembrando que tudo é só uma questão de logística e a prioridade de quem ficou no grupo é única e exclusiva para o Caça e Tiro.
A noticia das dispensas dos jogadores rodou as redes sociais da região, diversas palavras de solidariedade para o trio foram postadas, principalmente no facebook, onde diga-se de passagem, o “Judas” da história é o treinador Juninho, que apesar da campanha regular que faz, foi mantido no comando.
Juninho chegou ao clube e mostrou que tem conhecimento e bagagem, mas ainda não conseguiu repassar táticas de forma que o grupo absorvesse com rapidez suas mudanças, que na troca por miúdos, não fizeram efeito. O treinador Fufu ainda é lembrado, haja vista que deixou o time com 15 pontos em sete jogos, sendo duas derrotas e cinco vitórias e como vice líder do turno. Já Juninho não teve a mesma felicidade, reformulou o trabalho, criticou via imprensa o estilo Fufu de comandar e vem de apenas duas vitórias, quatro empates e uma derrota na prorrogação.
Aguardar-se o segundo turno para avaliações. Ele terá um grupo com pelo menos 5 jogadores de Liga Nacional, treinos em dois períodos, quatro jogos em casa (na realidade cinco) porque o jogo contra o ACBV será no Jones Minosso, porém o Caça é visitante e sete fora de Lages para se classificar, pelo menos por índice técnico. Só que: Se “pedalar” logo no começo não sei, mas acredito que engrossa a lista de dispenas.
Detalhe:
Vale se lembrar que o Caça e Tiro era o time no estadual com o maior número de pivôs na competição. Vejam bem: Macalé, Galinho, Beli (que também joga de ala), Banana, Japonês, sendo que tanto Tio Nanas e Felipe também caiam na posição.
Bom...
É como eu sempre digo: criticar é fácil, fazer, ajudar é difícil. Não se pode “malhar” o trabalho que vem sendo feito, as mudanças visam o acerto, portanto, vamos aguardar o returno... Enquanto isso a vida segue...
Fonte: Adriano Meira
A direção do Caça e Tiro está fazendo tudo errado! O problema é o técnico, não os jogadores! Infelizmente a hora que perceberem isto vai ser tarde demais!
ResponderExcluirdispenca jogadores como o nivel deles que caberiam em qualquel clube nacional e brincadeira....times do estado finquem de olho otimos jogadores sem emprego.......
ResponderExcluirdispencar otimos jogadores do nivel deles que caberiam em qualquer clube no brasi e brincadeira ne ......times do estado fiquem de olho jogadores otimos sem emprego..... ha mas uma coisa todos os jogadores que eles estao dispencando da para montar um time muito melhor .............que eles estao pencando em faze.....
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