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| Último clube de Adilson Batista foi o Atlético-GO, que derrubou Argel Foto: Divulgação Atlético-GO |
Ele terá a mesma missão que teve na sua primeira passagem pelo Orlando Scarpelli, em 2005: salvar o time do rebaixamento à Série B. Na época, com ajuda de Edmundo, o treinador conseguiu evitar o rebaixamento que parecia eminente e, no ano seguinte, conquistou o título catarinense. Além disso, comandou o início da caminhada no Brasileirão que culminou com o sétimo lugar, feito, até então, inédito para o Figueirense.
No meio da temporada 2006, Adilson trocou o Figueira pelo Jubilo Iwata, do Japão, enquanto o seu sucessor Waldemar Lemos conseguiu dar sequência ao seu trabalho no Alvinegro.
Na volta ao Brasil, em 2008, Adilson Batista assumiu o Cruzeiro, clube onde permaneceu por três anos e conquistou o título mineiro, o vice-campeonato da Libertadores 2009 e o terceiro lugar no Brasileirão daquele ano. Desde a sua demissão da Raposa, não conseguiu fazer trabalhos de longo prazo nos demais clubes que passou: Corinthians (17 jogos), Santos (11 jogos), Atlético-PR (14 jogos), São Paulo (22 jogos) e Atlético-GO (10 jogos).
Fonte: FutebolSC

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