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| Foto: Bruno Junqueira |
Mas o meia Marquinhos acredita que esta evolução será interrompida na tarde de sábado (18). Às 16h20 o Grêmio visita o São José-RS no Estádio Passo D'Areia, na zona norte de Porto Alegre. E, para ele, a grama sintética inviabiliza um bom desempenho.
“A evolução é visível, mas ainda não é a ideal, isso é notório para todos. E é natural, porque a mudança foi muito grande, muito drástica, no grupo e na comissão técnica. A evolução está no sistema de jogo, que nós encontramos, principalmente no meio-campo. Mas tem mais a evoluir porque o grupo ainda está se fechando”, disse, para completar:
“Já vou adiantar, naquele campo será muito difícil jogar bem. Estamos acostumados a jogar na grama normal, no sintético dificulta. Essa é nossa profissão, não é uma brincadeira, não é um passatempo. É perigoso também pelas lesões. É ruim, falta um pouco de respeito com o profissional, mas está marcado para este campo e pensar no São José. O objetivo é vencer, porque jogar bem nesse campo é quase impossível”.
Marquinhos brincou na entrevista coletiva concedida ao final do treino de quinta-feira (16). Disse ainda que deveriam providenciar proteção para "não queimar a bunda" ao dar carrinhos, provocando muitas risadas entre os repórteres. Mas, depois, voltou a falar sério, torcendo pelo fim dos campos sintéticos no futebol de alto nível.
“Não tem como direcionar a bola. Para mim não é uma evolução, é uma invenção, isso só vem para acarretar mais lesões. Tomara que não pegue, que não vingue”,concluiu.
Fonte: Alô Noticias

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